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fonte: WIKIPÉDIA - http://pt.wikipedia.org/wiki/Outsourcing

Outsourcing

O que é outsourcing e seus benefícios



Outsourcing (em inglês, "Out" significa "fora" e "source" ou "sourcing" significa fonte) designa a ação que existe por parte de uma organização em obter mão-de-obra de fora da empresa, ou seja, mão-de-obra terceirizada. Está fortemente ligada a idéia de sub-contratação de serviços.

Em outras palavras, Outsourcing é a transferência das atividades conhecidas como atividades meio, e nunca as atividades fins (produto final), para uma empresa terceirizada.

A contratação de serviços periféricos visa a reduzir custos internos aproveitando o "know how" e a especialização de empresas externas que, em determinadas áreas específicas, se revelam como opção mais vantajosa, permitindo maiores rentabilidades, uma vez que os empregados subcontratados normalmente ganham um vencimento reduzido[1].

Isto porque a idéia inicial de buscar fora da empresa, outras empresas que pudessem fornecer serviços especializados, com maior know how, em determinadas áreas para que a empresa contratante pudesse focar sua pesquisa e desenvolvimento somente no core business da organização, obtendo, com isso, maior qualidade POR UM CUSTO MENOR DO QUE AQUELE QUE TERIA QUE DESEMBOLSAR PARA TER A MESMA QUALIDADE UTILIZANDO MÃO DE OBRA, TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO PRÓPRIOS, foi sendo distorcida a ponto de abortarem a idéia da qualidade, treinamento e desenvolvimento da mão de obra, e focaram apenas na redução de custos a qualquer preço. Essa distorçao fez com que a nova linha praticante desta ferramenta passasse a abrir mão justamente do que dava qualidade ao sistema imaginado, para que seu custo fosse barato e hoje, acaba sendo sinal de baixo custo por baixa qualificação.

O Outsourcing, fruto da crescente rentabilidade evidenciada por algumas empresas que recorrem a estes serviços, tem vindo a crescer de forma significativa ao longo do tempo.

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Outsourcing de Infraestrutura em TI

O serviço que oferecemos



Conceito

Outsourcing é a nova tendência mundial onde as organizações concentram-se no que sabem fazer de melhor, deixando a área de TI sob responsabilidade de empresas especializadas. Mas para a sua organização obter todas as vantagens do Outsourcing, é necessário escolher um parceiro de confiança.

O melhor para sua empresa

Fornecemos pacote de soluções completas e customizadas de serviços de TI, que englobam o gerenciamento, manutenção e suporte de qualquer plataforma de hardware, software, serviços e/ou usuários, de acordo com as necessidades das empresas, monitorados através de SLA’s (Service Level Agreement), previamente estabelecidos entre a Tradeoff Tecnologia e a sua empresa. Este pacote de serviços é feito através de contratos de 6, 12, 24 meses com o tempo de resposta e solução do incidente que variam de acordo o módulo contratado, agregando valor aos serviços oferecidos.

Modelos de outsourcing para todo tipo de necessidade

  • Alocação de Consultores e Suporte Técnico especializado in loco de acordo com o período desejado, permitindo acesso ao know-how não disponível internamente, além de garantir treinamento técnico constante, suporte de retaguarda e redução de custos.
  • Gerenciamento total ou parcial da tecnologia e infraestrutura possibilitando a entrega, acompanhamento e otimização dos serviços, tornando a Tradeoff Tecnologia responsável por toda a estrutura de TI, envolvendo a gerência, planejamento e execução de todas as tarefas.
  • Fornecimento de servidores e estações de trabalho adequados ao ambiente coorporativo, cuja entrega de soluções contemplará na consolidação, implementação e disponibilização de hardware, software, serviços de Help Desk, suporte, manutenção, gerência de equipamentos e usuários, além da administração de inventário.

Necessita de um modelo específico para suas necessidades?

Podemos ajustar nossos serviços de acordo com sua demanda. Entre em contato conosco hoje mesmo e informe-nos sobre suas necessidades. Estamos sempre à disposição.

Benefícios além do esperado

Outsourcing beneficia várias áreas do seu negócio


Gerenciamento

  • foco na atividade-fim (core business) do cliente
  • ponto único de contato

Recursos Humanos

  • Otimização de pessoal
  • garantia de acesso a especialistas (sem preocupação de encontrá-los ou retê-los)

Financeiro

  • possibilidade de converter despesas em investimentos
  • garantia do dimensionamento adequado de recursos

Custos

  • controle e redução
  • mudança de custos fixos para variáveis
  • flexibilidade e escalabilidade na prestação e no custo do serviço
  • eliminação de obrigações sociais e direito trabalhistas

Projeto

  • garantia de serviço por contratos SLA (Service Level Agreement)
  • o parceiro assume ou compartilha os riscos
  • acesso à profissionais certificados pela Microsoft, melhores práticas e tecnologias
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fonte: itweb - http://itweb.com.br/32642/especial-outsourcing-as-respostas-da-idc/

Dúvidas Frequentes

Dúvidas frequentes sobre outsourcing



1. O que pode ser terceirizado em TI?

Em TI é possível terceirizar o gerenciamento de:

  • infra-estrutrura (ex.: hosting de servidores);
  • aplicações (ex.: application management);
  • processos (ex.: processamento de cartões);

No geral, as empresas optam por terceirizar aquelas atividades que têm pouca relação com o core-business da empresa e/ou que representam custos fixos altos e/ou que podem ser facilmente transferidas para provedores externos.

2. O que não pode ser transferido para terceiros?

Nada que esteja diretamente vinculado ao core-business das empresas ou a algum tipo de vantagem competitiva, ou cujo compartilhamento represente risco à segurança das informações.

3. Quais devem ser os impulsionadores para a adoção do modelo de outsourcing?

Existem inúmeros motivadores, tanto estratégicos quanto táticos. Por exemplo:

Táticos:

  • Redução de custos
  • Transformação de Custo fixo em custo variável
  • Maior Disponibilidade de capital
  • Liberação de recursos
  • Melhor utilização de recursos

Estratégicos:

  • Aumento de Produtividade
  • Foco no core business
  • Acesso às Novas tecnologias
  • Acesso às melhores práticas
  • Compartilhamento de risco

4. Como fazer um contrato de nível de serviço (SLA)? O que deve ser levado em consideração? Quais tópicos devem constar do contrato? Como abordar/inserir cláusula de insourcing?

Os níveis de serviço devem ser transparentes, mensuráveis e relevantes. O monitoramento dos níveis de serviços deve estar sempre à disposição da empresa contratante. O ideal é que haja um vínculo estreito entre o nível de serviço da tecnologia com o nível de serviço do negócio (por exemplo, X minutos do servidor fora do ar podem significar Y reais em receitas perdidas).

O insourcing deve ser sempre uma opção da empresa contratante, naturalmente respeitando as cláusulas contratuais em questão. A possibilidade de decidir pelo insourcing no meio do contrato equivale a uma rescisão, de modo que as condições para tanto devem ser similares e preferencialmente atreladas ao não-cumprimento dos níveis de serviços prometidos.

5. Quais critérios devem ser usados na hora de renegociação com o fornecedor em caso de mudança de escopo?

Infelizmente, muitas das fontes de descontentamento só são percebidas durante a gestão do contrato e do relacionamento com o fornecedor. Isso ocorre mais comumente do que se imagina.

A maioria das renegociações ocorrem pelo fato de o escopo não haver sido bem compreendido por uma das partes. Ou então, porque a qualidade do serviço pode não estar atendendo à necessidade do cliente – mesmo se os SLAs estiverem sendo cumpridos (vide próxima pergunta). É fundamental que o contrato inicial contenha um escopo claro, transparente e factível, e porque não ser flexível o suficiente para já prever revisões periódicas ou após um determinado período (um ano, por exemplo).

6. Quais métricas podem ser usadas para avaliar e verificar se e como o SLA está sendo cumprido? Quais são os indicadores mais recomendados?

Hoje em dia, as empresas não devem se ater somente a indicadores puramente técnicos e sim a indicadores de negócios. No fim das contas, a principal métrica será a satisfação do cliente interno – ou do usuário final, dependendo do caso.

Deve-se ter cuidado com métricas que utilizam médias, pois dizer que, por exemplo, os usuários ficaram em média X tempo fora do ar pode não significar que a maioria deles

7. Como preparar a empresa para o outsourcing?

A terceirização naturalmente passa por três vetores principais: tecnologia, processos e pessoas. Por incrível que pareça, a parte técnica é a mais simples de se resolver. As empresas não se dão conta, mas muitas dificuldades advêm da falta de padronização ou formalização dos processos – ou da falta de se pensar nisso antes de promover a terceirização de parte do ambiente de TI – e de conflitos organizacionais. Idealmente, a empresa tem que desenvolver uma mentalidade propícia para trabalhar em parceria, e isso pode não ser fácil muitas vezes. Dois pontos são fundamentais para ajudar na transição: estabelecer processos de Governança de TI (há metodologias e melhores práticas disponíveis no mercado) e um cuidadoso planejamento da gestão de mudanças.

8. Qual e como descobrir o momento certo para adotar a terceirização?

Existem inúmeras razões que podem motivar a empresa a terceirizar (vide questão 3). No geral, quando a empresa perceber que está gastando muito dinheiro ou despendendo muitos esforços com algo que não é a competência fundamental para seu negócio – sem ter uma contrapartida por isso. Inclui-se aí o custo de se manter atualizado tecnologicamente, tanto do ponto de vista das soluções adotadas quanto da capacitação da equipe. Ou então, quando os investimentos em TI estiverem muito mais direcionados para a manutenção dos sistemas do que com iniciativas que tragam inovação para a empresa. Ou mesmo quando a empresa notar que o ambiente de TI está se tornando cada vez mais complexo e difícil de gerenciar. Para tanto, é possível fazer benchmarks com outras empresas do mesmo segmento.

9. Como escolher um fornecedor? O que levar em consideração?

Existe uma escala de tipos de fornecedores de terceirização, que vai desde parceiros “operacionais” até os parceiros “estratégicos”. O uso de cada um está intimamente relacionado com o tipo de serviço terceirizado. Eles devem ser escolhidos conforme o grau de criticidade e importância estratégica do serviço. Por exemplo, um parceiro operacional pode ser escolhido para um serviço que seja mais comoditizado e cuja troca eventual do fornecedor não implique grandes problemas para a continuidade dos negócios.

Um parceiro estratégico é aquele que se responsabilizará por uma parte mais significativa ou crítica do ambiente de TI e com o qual será preciso desenvolver um relacionamento de longo prazo e compartilhar objetivos de negócios.

Dependendo da configuração do serviço, é possível buscar um parceiro que seja uma escolha intermediária entre essas duas opções.

10. Qual é a maturidade dos fornecedores que atuam no Brasil? O quanto eles estão preparados?

O mercado de outsourcing é o maior dentre os mercados de serviços (que abrange também consultoria, desenvolvimento, implementação e treinamento) e o que mais cresce. O mercado brasileiro é um dos mais maduros do mundo em termos da prestação de serviços. Há provedores nacionais, internacionais, com portfolios dos mais variados, e a competição entre eles está bastante acirrada – o que contribui para o desenvolvimento do mercado e para a melhoria das soluções oferecidas.

11. Como gerir o processo RFP? O que fazer e o que não fazer para obter sucesso e evitar armadilhas na escolha do fornecedor? Como comparar e avaliar as propostas dos fornecedores?

O processo de planejamento e elaboração da RFP deve ser bastante cuidadoso e não pode ser feito com pressa. Muitos contratos são malfeitos porque os clientes não sabem o que pedir. Nesses casos, pode ser válido contar com a assessoria de consultorias que conhecem a fundo as melhores práticas do mercado. Deve-se ter claramente quais são os atributos esperados dos fornecedores e priorizá-los, pois obviamente não haverá um fornecedor perfeito em todos os quesitos. Sempre que possível, deve-se obter referências do fornecedor com outras empresas do segmento e exigir demonstrativos do retorno financeiro ou de negócios que se pretende trazer com a solução de terceirização.

12. Como gerenciar as expectativas de funcionários, clientes e fornecedores em um processo de terceirização? E como gerenciar a equipe interna na hora da transição?

O processo de terceirização é bastante delicado e exige um bom planejamento da gestão de mudanças. Não necessariamente a terceirização irá implicar a demissão em massa dos funcionários; muitos deles poderão ser absorvidos pelo fornecedor, ou permanecer na empresa, ou ser realocados em outras áreas ou funções – muitas vezes para funções menos operacionais, já que o perfil da área de TI deverá mudar para um que privilegie a inovação. Deve-se mapear o perfil dos recursos para ver qual a melhor decisão em cada um dos casos.

O nível de liderança deve ter uma comunicação clara e transparente desde o início do processo, demonstrando quais são os objetivos que a empresa busca com a terceirização, caso contrário a empresa poderá prematuramente perder alguns de seus talentos – possivelmente para a concorrência.

13. Como montar um time de forma que a inteligência seja mantida dentro da companhia?

O modelo de fábrica de software é um bom exemplo de como é possível terceirizar uma parte das funções de TI sem, no entanto, perder a inteligência. Usando uma boa metodologia, é possível manter a análise funcional dos sistemas dentro de casa e passar apenas a codificação para um provedor especializado. Em termos de estruturação da equipe, muitas empresas estão trazendo analistas de negócio para dentro da área de TI, o que ajuda a manter o conhecimento dentro de casa.

14. Como garantir a qualidade dos serviços contratados?

Avaliando constantemente as métricas (vide pergunta 6).

15. O que é melhor e por que: full outsourcing ou multisourcing?

O multisourcing (ou o “best-of-breed”) é um bom modelo para as empresas que buscam aumentar a flexibilidade e diminuir o risco do processo de terceirização. No entanto, isso pode gerar um aumento significativo do esforço de gerenciamento dos contratos e do relacionamento com diversos provedores.

O onesourcing implica que este parceiro será estratégico para a companhia, e portanto deve ser alguém cuidadosamente selecionado e, preferencialmente, compartilhando o risco do negócio. Não são todas as empresas que possuem um portfolio – ou uma rede de parcerias – tão completo a ponto de se capacitarem a fazer o full outsourcing.

16. O modelo “como serviço” funciona?

Entende-se o modelo “como serviço” como sendo aquele em que os custos estão relacionados com o nível de uso do serviço. Esse é um modelo interessante para as empresas que gostariam de converter parte de seus custos fixos em custos variáveis e reduzir a imobilização de seus ativos. No entanto, é um mercado recente, que ainda está buscando amadurecimento. Para as empresas médias e pequenas, esta é uma tendência inevitável e vai fazer com que o segmento passe a adotar tecnologia de forma muito mais intensiva do que antes.

Hoje se fala muito em “cloud computing”, que é basicamente isso: o uso de serviços de tecnologia de forma transparente e imediata, reduzindo o timing de implementação. Por outro lado, empresas que buscam extrema customização de seus sistemas podem ter dificuldade em adotar o modelo “como serviço”, que tem na padronização das soluções uma de suas características.

17. Como partir para o BPO sem que a companhia perca diferencial? Quais processos podem ser terceirizados?

O BPO nada mais é do que a terceirização de um processo completo, normalmente utilizando tecnologia. Ou seja, os mesmos critérios discorridos acima se aplicam. Normalmente se terceiriza um processo altamente sistematizado, com menores graus de inteligência de negócios e importância estratégica. Dessa forma, o BPO pode ser feito sem preocupação de fazer a empresa perder diferencial competitivo.

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